A Maternidade Nua e Crua

14.09.2017

Durante a minha gestação como a maioria das futuras mamães, a internet foi o meu principal manual de instruções para tirar todas as possíveis dúvidas sobre os mais variados assuntos. Como a gravidez foi algo que eu esperei e desejei por 1 ano, quando o positivo finalmente veio, confesso que minhas pesquisas e curiosidades foram na maioria das vezes inclinadas para as coisas lindas e gostosas da maternidade como: escolha do nome, montagem do quartinho, compra do enxoval, melhores produtos, marcas e preços, mala de maternidade, produtos essenciais, produtos dispensáveis, qual o tipo de quarto mais adequado, o que levar na bolsa do bebê... enfim... uma infinidade de dúvidas, mas a maioria delas concentradas no planejamento do aspecto físico. Me preparei muito psicologicamente também e sabia que as dificuldades eram inúmeras, mas também me deparei com diversas situações em que precisei aprender na realidade e é exatamente sobre isso que venho falar com vocês nesse post.


Listei 10 fatos sobre a maternidade que ninguém nos conta e descobrimos da forma mais difícil possível: na realidade! São fatos baseados em minhas próprias experiências e gostaria muito de compartilhar isso com vocês, em especial com as gestantes e as recém-mamães - esse conteúdo pode ser de grande valia para vocês.

 


1. O Puerpério é mais difícil do que você imagina

Por mais que pesquisemos por artigos e relatos de outras mães durante a gestação, onde fala-se da dificuldade do puerpério, a realidade é realmente mais difícil do que imaginamos. "Ver o sol nascer quadrado" é como nos sentimos nos primeiros 2 meses pós parto (período em que normalmente temos receio de sair com os bebês por ainda não terem tomado as primeiras vacinas). A presença de um recém nascido em casa, causa um cansaço e uma  exaustão tão extrema que talvez você nunca tenha passado por isso antes.

Não há dia de folga, e ser mãe não é uma tarefa transferível: é você e você mesma. Você pode até conseguir umas horinhas de descanso ou alguém que te ajude, mas a responsabilidade é única e exclusivamente sua e isso tem muito peso no seu equilíbrio emocional.

Acredito que os 3 primeiros meses são os "piores". Piores no sentido de ser o período de adaptação à nova vida:

- A mãe está conhecendo o bebê e vice versa.
- O bebê está conhecendo o mundo pela primeira vez e leva um tempo para ele se acostumar com essa nova forma de viver fora do útero.
- Normalmente é nesse período que o bebê tem as temíveis cólicas.
- A mãe está aprendendo sobre ser mãe, e está experienciando as suas próprias dificuldades com a amamentação.
- A noite é trocada pelo dia. enfim, muitas coisas novas acontecendo e com elas vem também o peso da exaustão.

A boa notícia é que esse "pior" momento realmente passa. Depois dos 3 meses a mãe começa sentir que está começando a assumir o controle do que parecia ser incontrolável. O importante é manter a calma e aguardar esse tempo passar.

 

 

2. A amamentação é difícil, mesmo que você se prepare para ela!


Muitas vezes tentamos nos preparar para a amamentação seguindo dicas que ouvimos por ai ou por orientação médica, acreditando que fazendo tudo direitinho será o suficiente para ter uma ótima experiência com a amamentação, certo? Errado! Pois o que não sabemos é que a maioria das dicas é para se ter sucesso na rápida descida do leite ou para ajudar a amenizar o processo de início da amamentação. As fissuras possivelmente aparecerão ou outros problemas que naturalmente podem acontecer. O início da amamentação é doloroso! Tão doloroso que te faz acreditar que não conseguirá segui-la adiante.

Mas acredite, TODAS passam por dificuldades, seja lá qual for ela. O importante é não desistir! Se o problema for fissuras, existem pomadas que ajudam no processo de cicatrização, se o problema for dores internas no seio, o problema pode ser na posição que você está amamentando, se o problema for ductos obstruídos ou empedramento do leite, cuidado com a Mastite! Procure um médico o quanto antes! Se foi preciso entrar com complemento, existe a possibilidade de amamentar junto com a sonda, se por algum motivo a amamentação foi interrompida, é possível tentar novamente através da relactação.

Hoje em dia existem consultoras de amamentação, empenhadas em ajudar mães que estão passando por dificuldades e não medem esforços para ajudá-las a terem um final feliz na amamentação. Aqui em São José dos Campos, existe o Projeto Casulo que oferece suporte às mães de forma GRATUITA com atendimento através do SUS (farei um post falando sobre o isso). Enfim, existem muitas formas que a ajudarão chegar lá. A informação é fundamental para motivá-la a continuar.

Agora um fato importante que deve ser ressaltado: se você NÃO conseguir, isso nunca te fará menos mãe. O incentivo à amamentação não é nem nunca será um julgamento a quem não conseguiu. Apoio e incentivo é amor ao próximo, é empatia àquela mãe que por diversas vezes pensa em desistir. O mais importante é você estar segura com sua decisão.

 

 

3. Diga Adeus ao libido!

É muito natural que haja uma queda drástica na libido mesmo após o período de resguardo (40 dias após o parto).
A falta de desejo sexual acontece por vários motivos, mas o principal deles são os famosos hormônios. Durante a gravidez e após o parto, uma série de mudanças hormonais ocorrem no nosso corpo, diminuindo a produção de estrogênio que é um dos responsáveis por gerar libido. Também por conta dos hormônios é possível que se sinta dor durante a penetração, pois a vagina fica naturalmente menos lubrificada enquanto amamentamos.

Tem toda uma adaptação psicológica também ao novo corpo, com seios maiores, a barriga que ainda não voltou para o lugar (e que demora mesmo) as bobagens que se ouve em relação à vagina caso o parto tenha sido normal ou caso tenha ocorrido uma epsiotomia. As celulites ou estrias que podem ser novidade no corpo fazendo com que a mulher não se sinta desejável. Enfim, existem uma série de fatos físicos que de forma psicológica é preciso se dar um pouco de tempo para se entender consigo mesma.

Há também mulheres que passam pelo Baby Blues ou até mesmo a depressão, no qual seriamente se precisa de um acompanhamento médico e até tratamento, e isso faz com que a mulher não tenha o mínimo interesse em atividade sexual.

Por fim, há também as questões práticas. Agora a mulher tem uma nova vida, novas responsabilidades e preocupações e numa escala de prioridades, o desejo sexual naturalmente cai para o final da lista. Porém não se conforme com todos os motivos que contribuem para a queda do libido e nem caia no comodismo.

Voltar à sua rotina sexual de antes do parto ou da gestação é importante para você se sentir "sintonizada" no mundo de novo, é importante para seu parceiro que se sente sendo deixado de lado (pois agora o bebê é o centro de tudo), é importante para o seu casamento não deixando que as chamas se esfriem, e o principal: ter em mente que é preciso enfrentar isso, e fazer por onde é muito importante para retomar a sua qualidade de vida como mulher.

 

 

4. As preocupações tomarão conta de 99% de seus pensamentos:

Quando você descobre a gravidez, as preocupações já começam no mesmo instante:
Será que o bebê está bem? Será que ele está se desenvolvendo bem? Será que conseguirei seguir com o parto da minha escolha? Será que conseguirei amamentar?

Depois que nasce as dúvidas permanecem te fazendo questionar-se todo o tempo,
se o bebê está mamando bem, se ele está bem agasalhado, se ele está fazendo cocô todos os dias, se ele está ganhando o peso que deveria, se precisará de complemento alimentar, se ele não ficará doente pelo menos nos 3 primeiros meses, se a vacina dará reação, se as cólicas que ele tem realmente são normais, se você está fazendo tudo certo, se o bebê está respirando....enfim!

Sim, são muitas dúvidas e preocupações desde a mais simples até a aparentemente mais "absurda" que te faz pensar ser louca em pensar nisso, mas que é absolutamente normal. Você ter uma vida em seus cuidados, sob a sua responsabilidade te faz ter uma "sobrecarga" de anseios, dúvidas e questionamentos se está fazendo a coisa certa. Mas existe um termômetro no qual irá te acompanhar para o resto da sua vida, e você deve confiar 100% nele: seu instinto materno!
Nada é mais eficaz do que seu próprio instinto. Empondere-se disso, acredite nisso e seja feliz com suas decisões.

Mas minha principal frase de hoje para reflexão é: "Mães de joelhos, filhos de pé"

Deus é a maior fonte para ajudá-la a emponderar-se e o único que poderá levar calma ao seu coração não te fazendo surtar de tanta preocupação.
(E pelo que eu já estou sabendo, as preocupações serão por toda vida)

 

 

5. Levará um tempo para ter sua auto estima recuperada!

Existem mulheres que voltam ao corpo de antes com 1 mês após o parto e outras 1 ano. Quer uma dica? Não se apegue nas "excessões" e nem dê ouvidos para os pitacos de casos com esse "final feliz".

Quando fui à primeira consulta com o ginecologista depois do parto, uma das minhas perguntas foi: "Dr. quanto tempo se leva para voltar ao corpo de antes?" e a resposta dele foi: "Foram 9 meses para desfazer seu corpo de antes, então não espere que isso seja recuperado em 1 mês. Espere pelo menos os mesmos 9 meses!". E assim esperei, tanto que levei quase 1 ano para me sentir bem novamente com meu corpo, e quase 1 ano e meio para ter meu peso de antes de engravidar.

Cada mulher tem o seu tempo, cada mulher tem o seu ritmo. Se você conseguirá conciliar uma atividade física com a nova vida, ótimo! (Desde que liberado pelo seu médico). Isso fará bem para sua saúde, para o seu corpo, para a sua mente. Os benefícios são incontáveis! Mas se você ainda não conseguir conciliar a maternidade com qualquer atividade física que seja, não se sinta menos mulher por isso. É difícil mesmo, e como tudo na maternidade, cada uma tem o seu tempo para a adaptação da nova vida.

Mas não se esqueça que o peso não é a única coisa que está relacionado com o problema da auto estima: há também as quedas e alterações do aspecto do seu cabelo, do seu tipo de pele, enfim... tudo que está atrelado aos hormônios entra na dança, mas a resposta para isso tudo é a mesma: Cada mulher tem o seu tempo, e para cada caso existem opções para amenizar o efeito. O legal é sempre expor seus questionamentos ao médico que ele irá te orientar da melhor forma.

 

 

6. Os pitacos continuam mesmo depois do parto!

 

Se você não estava aguentando mais ouvir 9 meses de pitaco na gestação sobre a sua alimentação, sobre o tamanho da sua barriga, sobre o seu inchaço, sobre a escolha do nome do bebê, sobre o seu ganho de peso, sobre a sua escolha do tipo de parto, e muitas coisas mais, eu sinto te informar: os pitacos continuam depois que os bebês nascem!

 

Sim, as pessoas sentem a necessidade de compartilhar experiências vividas ou fatos que já ouviram. Mas sinceramente eu não acredito que seja sempre por mal. Acho que as pessoas que já passaram pelo que você está passando (ou conhece alguém que passou) sentem a necessidade de dividir à fim de alertá-la achando que está ajudando... Mas sabemos que nem sempre ajuda e muitas vezes acaba trazendo uma preocupação desnecessária. Há quem goste dos "pitacos" e quem não os suporte. O grande lance é saber continuar lidando com isso assim como você já fez durante a gestação.

 

 

7. A fase difícil vai passar... Mas virão fases novas!

 

O que mais escutamos sobre as dificuldades da maternidade é a famosa frase: Fique tranquila por que isso passa. E realmente passa. Os 3 primeiros meses de cólica passa, a dificuldade em amamentar passa, as noites em claro passa, os dias sem rotina passa.... tudo passa. Mas também virão novas fases com novas dificuldades e com elas novas oportunidades de você crescer e amadurecer como mãe. Sim, é assim que aprendemos a lidar com as diferentes situações, e é com as nossas próprias vivências que enriquecemos nossa bagagem de experiência. Cada nova fase, novas dificuldades, novas experiências e também novos desafios vencidos.

 

 

8. Você levará um tempo para retomar o controle da sua rotina!

 

Depois no nascimento do bebê, de repente você se enxergará na situação onde, não existirá rotina de horário para absolutamente nada!! Os seus banhos serão curtos e quando der, o pijama passará a ser seu uniforme oficial de casa, horários de refeições serão como encaixes no seu dia (come o que tem e quando der), a sua casa ficará suja e irá te incomodar cada olhada que você der para aquela estante cheia de pó. Cuidar de si mesma? Isso com certeza irá para o final da sua lista de prioridades. Cabelos, unhas, maquiagem não serão mais parte do seu dia a dia. (Talvez nos dias de passeio, pois você não vai querer passar a imagem de cansada para as pessoas, por mais exausta que você esteja).

 

Isso é ruim? Claro que é... como mulheres, esposas e femininas existe uma auto cobrança para darmos conta de tudo. Mas deixa eu te contar uma coisa: não dá para dar conta de tudo!.De um dia para o outro entrou uma tarefa na sua vida que toma praticamente 90% do seu tempo: ser mãe! É impossível dar conta de todo o resto nos 10% que sobra, mesmo por que muito provavelmente você vai querer descansar nesse tempo.

 

Então meu conselho é: Deixe as coisas e faça como der e quando der. A louça é obediente, e não irá sair do lugar. Contar com a ajuda de pessoas nesse momento realmente faz toda a diferença, mas se por algum motivo você não tiver esse apoio, não se cobre tanto. O mais importante de tudo é você estar bem de saúde e descansada para poder cuidar do seu filho. Não se preocupe que aos poucos você retoma o controle da sua casa..Não existe tempo ideal e nem a certeza de que as coisas serão como antes, pois a vida com filhos muda de fato. Seja você a mãe que retornará ao trabalho ou a que se dedicará à maternidade em período integral. Cada uma tem suas dificuldades independente da decisão tomada. Mas o grande lance é você se adaptar da melhor forma pra você e sua família.

 

 

9. Você irá se redescobrir como mulher!

 

No instante que descobrimos a gravidez ou até mesmo antes disso, um "pensamento sombrio" nos cerca nos fazendo pensar muito a respeito da maternidade. E a grande questão é: Será que serei capaz de ser mãe? Será que darei conta dessa grande responsabilidade? Será que tenho maturidade o suficiente para encarar essa nova vida? Será que darei conta de tudo? Será que serei uma boa mãe?

 

Você que já passou por essa fase com certeza pode aqui nos confirmar que em determinado momento esses questionamentos passaram sim pela sua cabeça. E você que está passando por isso neste exato momento, te tranquilizo falando que é absolutamente normal questionarmos a nossa capacidade.

 

Como tudo que é novo, temos dúvidas se conseguiremos cumprir tamanha responsabilidade, e te tranquilizo ainda mais dizendo: Sim!! Você é capaz!! É incrível a forma com que a maternidade nos transforma. Nos tornamos mulheres mais fortes, aprendemos a confiar mais em nós mesmas e a seguir nossos próprios instintos (e te asseguro que por mais insegura que você seja, você aprenderá a confiar mais em si mesma). Aprendemos a saber como lidar com determinadas dificuldades, aprendemos a ser sensível à um olhar doce e ingênuo, aprendemos a ter mais empatia umas com as outras e nos tornamos leoas quando se trata em defender os nossos filhos. Aprendemos com as coisas práticas do dia a dia sendo elas os cuidados com o bebê, aprendemos mais sobre alimentação, aprendemos sobre as fases do bebê e os macetes que a ajudarão em todas as turbulências da vida com eles.Aprendizado é a palavra que define a maternidade, e o principal de tudo é: aprendemos que somos mais capazes do que imaginávamos.

 

Se você ainda duvida do seu "potencial materno", não temas, Deus realmente capacita cada uma de nós a dar o nosso melhor e sermos a melhor mãe que nossos filhos precisam. A maternidade está na essência de cada mulher e só precisa do momento certo para ser aflorada.

 

 

10. A maternidade é difícil mas não é um fardo

Que a maternidade não é um mar de rosas todo mundo já sabe. Essa frase já virou até clichê!
Mas vejo muitos relatos contextualizando a maternidade real de forma muito pesada como se a vida da mulher que se tornou mãe fosse pura sofrência e entrega, onde ela se joga num mar de amargura e se debate para não morrer afogada até alguém tirar ela de lá. Essa idéia errada de maternidade acaba até aterrorizando as mulheres que ainda não passaram por essa maravilhosa experiência. Nenhuma mulher morreu por que não conseguiu superar seus desafios de ser mãe.

Como descrevi nos 9 fatos anteriores, a maternidade com certeza é muito difícil, tem sim suas dores, mas também tem as suas delícias! Maternidade real não se trata somente em mostrar o sofrimento e as dificuldades que uma mãe passa por um filho. A maternidade real também pode ser o final de semana maravilhoso em família, ou um almoço divertido.

As delícias começam no instante em que você descobre que há um serzinho crescendo dentro de você, e isso se intensifica no exato momento em que vocês se conhecem. O primeiro "olhos no olhos" é como se rolasse um imprinting entre você e seu filho. Algo realmente mágico e sobrenatural! Você passa a conhecer um amor nunca experimentado antes, e isso não é "fantasiar" a maternidade, é  simplesmente a ingênua tentativa de se explicar algo que é inexplicável. Você passa a valorizar pequenas coisas que antes não era importante pra você, como por exemplo o primeiro sorriso, o primeiro abraço, os primeiros passinhos, as primeiras palavrinhas, tudo se torna especial! Se em todas as dificuldades dos 9 fatos anteriores fazem você se auto questionar se é uma boa mãe, um desses simples motivos que você valoriza te faz ter a certeza de que sim, você está no caminho certo e é a melhor mãe que seu filho pode ter.

 

Precisamos ajudar umas as outras mostrando  que para cada "ponto negativo" da maternidade existe uma solução e mais 10 motivos positivos para compensar e fazer todas as dificuldades ter valido a pena. O que nos torna fortes, são as dores que sofremos, mas que devem se tornar cicatrizes e não se permanecerem como feridas abertas em nosso coração.

Por menos negatividade e mais positividade na maternidade!
Tenho certeza que não existe coisa mais importante do que o amor pelo seu filho, e a essa altura do campeonato não temos dúvida de que amor supera tudo! As mães não querem só se identificar com nossos problemas, elas querem também sentir a esperança de que pra tudo existe uma solução (e existe mesmo).
Vamos compartilhar amor, por que problemas cada um já tem o seu.

Para fechar essa série de posts, quero deixar a minha dica pra você, que irá te ajudar a encarar os desafios da maternidade de uma forma mais leve. Nesses momentos de dificuldades, é incrível como aparecem as "Mães Super Poderosas" de plantão. O que vêm sendo um grande desafio pra você, para elas não é nada demais, se você demorou elas fizeram em tempo recorde, se você não conseguiu elas já conseguiram à muito tempo, se o seu filho está em processo de desenvolvimento o dela já está formado e por aí vai!

Fuja disso! Esses tipos de comentários só servem pra fazer você se sentir diminuída como mãe e não irá acrescentar em absolutamente nada na sua vida. Nunca se compare com outras mães, cada mulher tem o seu tempo, cada bebê tem o seu ritmo, cada família tem a sua rotina. Não existem mães melhores ou mães piores, seja você uma mãe que tanto esperou e sonhou com a maternidade, ou você que foi pega de surpresa. Simplesmente existe uma linda adversidade de mães criadas por Deus, que tiveram diferentes escolhas, e diferentes caminhos, partindo do princípio de que você é o que acredita ser melhor para si mesma e para a sua família. A comparação é o ladrão da felicidade e de forma alguma permita que isso tire a paz do seu coração e a impeça de curtir cada instante de felicidade da maternidade ao lado dos seus filhos. 

 

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Cristã, do interior de São Paulo,

mãe do Ben (2 anos) á espera da Liz

e esposa do Michel.

Administradora de empresas por formação, fotógrafa por opção e mãe em período integral por amor e vocação.

"De todas as tarefas que exerço, ser mãe em período integral é o trabalho mais difícil e o mais prazeroso desse mundo".

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